A hipertensão arterial conhecida como pressão alta, atinge atualmente cerca de 15 a 20 milhões de brasileiros, segundo os dados do Ministério da Saúde, e é diagnosticada quando realizada periodicamente a medida da pressão arterial, que fica com freqüência acima de 140 por 90 mmhg.

Os sintomas aparecem apenas quando a pressão sobe muito, por isso muitas pessoas desconhecem que sofrem de hipertensão. Os mais comuns são dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal. A hipertensão pode ocasionar outros problemas como, por exemplo, enfarto, aneurisma, anginas, aumento no coração, etc, por isso a importância de ser primeiro, diagnosticada, depois tratada e controlada.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial como exemplo, fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, grande consumo de sal, níveis altos de colesterol, falta de atividade física.

Em 95 % dos casos não se sabe a causa da doença, que não tem cura, mas que pode ser controlada com tratamento e com a adoção de um estilo de vida mais saudável. Como recomendações sugerem-se a manutenção de um peso adequado, evitar alimentos gordurosos, não abusar do sal, praticar atividade física regular, aproveitar os momentos de lazer, não fumar e moderar o consumo de álcool.

Hoje em dia, o controle da hipertensão tornou-se uma das principais preocupações da saúde pública, o que levou o desenvolvimento de vários programas, que incluem principalmente a ênfase em uma melhor qualidade de vida.

O estresse gerado pelo modo como a pessoa lida com as dificuldades do seu cotidiano interfere na hipertensão. Os sintomas indicam que o corpo permanece em estado de alerta como se estivesse se preparando para fugir ou lutar.

As pessoas geralmente sentem um incômodo em relação à perda de controle sobre o corpo e uma resistência em mudar o estilo de vida e os hábitos. De modo geral, percebe-se algumas características em comum como alta exigência consigo, inflexibilidade, ansiedade, dificuldade para relaxar e para lidar com o inesperado.

Além do controle da pressão arterial por meio de medicamentos é essencial que a pessoa avalie a maneira como lida com seus problemas e consigo mesma e que realize uma mudança efetiva em seus hábitos.


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